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Jacques Leduc (nascido em 25 de novembro de 1941) é um diretor de cinema e diretor de fotografia canadense. Leduc iniciou sua carreira em 1961 trabalhando como crítico de cinema para a revista Objectif. No ano seguinte, aos 21 anos, foi contratado como assistente de câmera pela NFB. Ao longo dos anos seguintes, ele trabalhou com cineastas como Denys Arcand, Gilles Carle e Don Owen. Em 1965 começou a trabalhar como Diretor e Diretor de Fotografia; seu primeiro filme como diretor foi um curta-metragem documentário intitulado Chantal en vrac. Leduc continuou seu trabalho como diretor com seu primeiro longa-metragem em 1967, intitulado Nomininque, depuis qu'il existe, e seu primeiro longa-metragem documentário em 1969, intitulado Cap d'espoir. O documentário era "sobre a violência silenciosa que existia [em Quebec] e o monopólio das notícias detido pela Power Corp." e se tornou um dos casos mais famosos de censura no NFB quando foi banido pelo comissário do NFB Hugo McPherson. Leduc continuou trabalhando em filmes aclamados pela crítica ao longo dos anos 70 e 80, como On est loin du soleil (1970), Tendresse ordinaire (1973) e Trois pommes à côté du sommeil (1988). Em 1990 ele deixou o NFB e tornou-se cineasta freelance.[3] Em 1992 dirigiu o filme La vie fantôme; o filme foi eleito o Melhor Filme Canadense no Montreal World Film Festival e ganhou o Genie Award de Melhor Roteiro. Desde então, trabalhou principalmente com outros diretores como diretor de fotografia e, em 2008, recebeu o Prêmio Albert-Tessier.